terça-feira, 9 de agosto de 2011

Como estamos crescendo e que princípios estamos usando?


"Crescimento não deve ser avaliado apenas pelas entradas financeiras e pela freqüência nos cultos, mas, sobretudo pelo comprometimento dos membros da igreja com o projeto de Deus na terra. Só assim poderemos orar como Jesus nos ensinou: “Venha o teu reino”, pois o Deus que amou este mundo de tal maneira também disse “sede santos como Eu Sou santo” (separado, diferente, consagrando)."


Leia mais sobre este assunto que foi abordado pelo
Pr. Jessé Sobral de Piracicaba - SP (3º Secretario da COMADESPE).

Fonte: Point Rhema

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Crentes de consciência forte, não abusem dos mais fracos

Fonte: http://kedsonni.blogspot.com

T
recho do livro “A síndrome do canto do galo”, de Elienai Cabral (Editora CPAD, p. 71)


Romanos 14 e 15 e 1 Coríntios 8.9,10. Essas referências bíblicas apresentam dois tipos de consciência: fraca ou forte. O apóstolo Paulo utiliza uma linguagem simples e metafórica para falar desses tipos de consciências.

À consciência fraca, ele identifica como o crente que é fraco na fé, ou mesmo “enfermo na fé” (Rm 14.1). A contextualização da doutrina dos dias de Paulo é uma realidade atual. Não é difícil encontrarmos, no convívio cristão, aquelas pessoas de consciência fraca. As características dessas pessoas são facilmente percebidas.
Geralmente, vivem em constantes dificuldades de relacionamento no meio da comunidade.
Essas pessoas valorizam banalidades exteriores e acabam criando problemas na comunidade. Falta-lhes conhecimento da Palavra de Deus. Facilmente se ofendem e se magoam.

São pessoas instáveis emocional e espiritualmente. Costumam criticar tudo que não seja conforme seus padrões. São dominadas por uma predisposição crítica contra pessoas que não estejam dentro dos caprichos pessoais.

Esse tipo de gente é legalista e extremista, e um de seus aspectos negativos é a falta de prioridades claras na vida cristã.

Os cristãos de consciência forte são aqueles cujas características são manifestas com equilíbrio e conhecimento. De fato, o que lhes dá equilíbrio é o conhecimento espiritual e bíblico pelo qual conseguem discernir os fatos ao seu redor. Ter uma consciência forte significa ser livre de amarras legalistas e farisaicas que maltratam tantas pessoas.

Normalmente, são pessoas flexíveis e tolerantes com os fracos na fé. Sabem sacrificar privilégios para não ofender os de consciência fraca. Evitam discussões que não edificam. Ajudam os fracos a não tropeçarem na fé e promovem, se possível, a paz entre todos.

A passagem bíblica de 1 Coríntios 8.9 declara que a liberdade de consciência dos fortes não lhes dá o direito do menosprezo, do pouco caso com os fracos na fé. Diz a Escritura: “Mas vede que essa liberdade não seja de alguma maneira escândalo para os fracos”. Quem possui uma consciência forte respeita a fragilidade dos outros, promove a paz e fortalece a comunhão cristã.

O texto bíblico de 1 Coríntios 8.12 diz: “Ora, pecando assim contra o irmão e ferindo a sua consciência, pecais contra Cristo”. A Bíblia de Estudo Pentecostal comenta esse versículo assim: “Aquele que, pelo seu exemplo, levam outros ao pecado e à ruína espiritual (v. 11) pecam, não somente contra aquela pessoa, mas também contra o próprio Cristo”.

Se pudermos convencer os fracos na fé acerca das prioridades verdadeiras da vida cristã, devemos fazê-lo com amor, sabedoria e sem imposição. Há coisas que faço das quais minha consciência cristã não condena. Mas não é assim com o de consciência fraca, que se abate e se escandaliza com facilidade.

Portanto, se o que faço prejudica a fé do meu irmã fraco, não devo usar minha liberdade para escandalizá-lo.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

INSTITUIÇÃO BANCÁRIA NÃO PODE RETER SALÁRIO DE CLIENTE PARA COBRIR SALDO DEVEDOR DE CONTA-CORRENTE


A 15.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná manteve, por unanimidade de votos, a sentença do juiz da 3.ª Vara Cível da Comarca de Ponta Grossa, Guilherme Frederico Hernandes Denz, que determinou ao Banco Santander S.A. que se abstenha de reter qualquer quantia do salário de uma cliente – depositado por seu empregador naquela instituição bancária – para cobrir saldo devedor de conta-corrente, sob pena de aplicação de multa no valor de R$ 500,00 por dia de descumprimento.

Do acórdão pertinente a essa decisão extrai-se o seguinte dispositivo: “Não é lícito ao banco valer-se do salário do correntista, que lhe é confiado em depósito, pelo empregador, para cobrir saldo devedor de conta-corrente. Cabe-lhe obter o pagamento da dívida em ação judicial. Se nem mesmo ao Judiciário é lícito penhorar salários, não será instituição privada autorizada a fazê-lo”.

Leia o texto completo no site do TJ-PR

sábado, 30 de julho de 2011

Bolsa-propaganda: parlamentares usam, você paga




Por André Golnçalves - Blog CONEXÃO BRASÍLIA



Sem mesquinharia, é mais do que natural que deputados federais e senadores sejam ressarcidos por despesas inerentes ao trabalho parlamentar. É preciso colocar na conta da democracia certos custos como a compra de passagens aéreas para se deslocar a Brasília, assim como a manutenção de estruturas para atender demandas da população no estado. Anormal é dar dinheiro para as excelências fazerem
propaganda.
Dados do site da Câmara mostram que no primeiro semestre de 2011 a bancada de deputados paranaenses recebeu mais de meio milhão de reais para gastos com “divulgação”. Foi o segundo item de despesa mais utilizado entre os representantes do estado entre 12 possíveis. O primeiro foi telefonia, que consumiu R$ 533 mil.
É bom saber de onde sai esse dinheiro: todos os meses cada deputado recebe, além do robusto salário de R$ 26,7 mil que se multiplica 15 vezes ao ano, um pacote de auxílios cujo nome oficial é Cota para Exercício da Atividade Parlamentar. Os valores são diferentes entre os estados devido ao custo das passagens aéreas. A menor cota é a do Distrito Federal (R$ 23.033,13), a maior é a de Roraima (R$ 34.258,50), enquanto a paranaense é de R$ 29.154,13.
Dos 30 deputados do Paraná, apenas cinco não apresentaram gastos com divulgação – Dr. Rosinha (PT), Fernando Giacobo (PR), Nelson Padovani (PSC), Reinhold Stephanes (PMDB) e Zeca Dirceu (PT). Já André Zacharow (PMDB), Assis do Couto (PT) e Cida Borghetti (PP) mantiveram despesas acima de R$ 50 mil cada. Uma consulta breve às informações das notas fiscais apresentadas por eles à Câmara mostra o teor desses gastos.
O dinheiro serviu para pagar editoras, gráficas, jornais, rádios, empresas de publicidade e de assessoria de imprensa. Em resumo, propaganda. Claro que ninguém admite seus fins particulares, mas o fato é que esse tipo de situação ajuda a deturpar o conceito de disputa eleitoral e prejudica a renovação do Congresso.
No ano passado, estudo da organização Transparência Brasil apontou que cada senador candidato nas eleições de outubro foi ressarcido por gastos com divulgação, em média, com R$ 22 mil entre janeiro e julho. O valor foi 48% maior do que o gasto no mesmo item dos colegas que não se candidataram. Não parece ser mera coincidência.
Paira a dúvida: como é que fica o candidato que não tem mandato? A ver navios, como quase sempre. Afinal, as excelências são zelosas o suficiente com o dinheiro público para não saírem distribuindo bolsa-propaganda por aí.
O curioso é que um dos temas centrais das propostas de reforma política em discussão na Câmara e no Senado é justamente o financiamento público de campanhas. Mas o assunto é tabu. Sempre que o debate se afunila, os parlamentares tiram do armário a tese de que o Brasil precisa gastar dinheiro com áreas mais necessitadas, como educação, saúde e segurança, e não com eleições.
O argumento é mais dissimulado que republicano. Na prática, o financiamento público já existe, mas deveria ser chamado de “oculto”. Além de ser regalia para poucos – aliás, os mesmos poucos que definem as regras políticas do país.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

União civil gay contraria 55% dos brasileiros, diz Ibope

Opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade

Fonte: www.gazetadopovo.com.br


Uma maioria de 55% dos brasileiros é contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Mas o tema divide a população: 52% das mulheres são a favor e 63% dos homens são contra. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade.

A pesquisa, à qual a reportagem teve acesso, foi feita pelo Ibope Inteligência entre 14 e 18 de julho. Foram entrevistados pessoalmente 2 mil brasileiros de todas as regiões, seguindo as cotas de distribuição por idade, sexo e classe de consumo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Os resultados podem ser extrapolados para toda a população.

A decisão do STF coincide com o que pensam os brasileiros com menos de 40 anos e contraria os mais velhos. O apoio à união gay varia de 60% entre os jovens de 16 a 24 anos a 27% entre aqueles com 50 anos ou mais.

A tolerância cresce com a escolaridade. A aceitação da união entre homossexuais é quase a metade entre quem cursou até a 4.ª série do fundamental (32%) em comparação a quem fez faculdade (60%). O mesmo ocorre com as classes de consumo. Nas classes D e E, 62% são contra. A taxa de rejeição cai para 56% na classe C e fica em 51% na soma das classes A e B. Isso se reflete nas diferenças geográficas.

Nada divide mais a opinião dos brasileiros sobre o assunto que a religião. Entre os 60% de brasileiros católicos (50% a 50%) e entre os 12% de ateus/agnósticos (51% de apoio) há um racha de iguais proporções. Entre espíritas e adeptos de outras religiões não cristãs, o apoio ao casamento de pessoas do mesmo sexo chega a 60%.

Quem desequilibra as opiniões contra a união estável homossexual são os evangélicos/protestantes. Com peso de 23% no total da população em idade de votar, eles são esmagadoramente contrários à decisão do STF: 77%. Apenas 23% concordam com os ministros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.